quarta-feira, 18 de março de 2009

Mulheres Celtas



As mulheres de origem Celta eram criadas tão livremente como os homens. A elas era dado o direito de escolher seus parceiros e nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não queriam. Eram ensinadas a trabalhar para que pudessem garantir seu sustento, bem como eram excelentes amantes, donas de casas e mães.
A primeira lição era:
“Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem, um para o outro, o que a Deusa Mãe ensinou:
Amor, companheirismo e amizade”

Jamais permita que algum homem a escravize: você nasceu livre para amar, e não para ser escrava.
Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer?
Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca lhe fará sorrir!
Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado. Saiba que o corpo é a moradia do espírito. Por quê mantê-lo aprisionado?
Jamais se permita ficar horas esperando por alguém que nunca virá, mesmo tendo prometido!
Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe!
Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você!
Jamais permita ouvir gritos em seus ouvidos. O Amor é o único que pode falar mais alto!
Jamais permita que paixões desenfreadas a levem de um mundo real para outro que nunca existiu!
Jamais permita que outros sonhos se misturem aos seus, tornando-os um grande pesadelo!
Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente!
Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai!
Jamais se permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida!
Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la!
Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você!

Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos, a dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de você!
E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade de ser...
MULHER!
Siga os ensinamentos dos celtas e tenha uma vida mais digna!

(Autor desconhecido)

segunda-feira, 9 de março de 2009

O indubitável Tudo bem...


É interessante e ao mesmo tempo duvidosa a forma de como respondemos os “Tudo Bem?” alheios. Pra você entender melhor, me deixa explicar: Quase sempre ou quase nunca falamos respostas sinceras quando alguém querido ou até um pouco chegado nos pergunta o clássico Tudo Bem. Tá certo que é uma forma mais fácil de iniciar uma conversa sem precisar tantas enrolações, mas já pensou se todo mundo resolvesse ser super sincero nesse momento e realmente respondesse se vai Tudo Bem?
Naquele domingo chuvoso, por exemplo, você conectado ao Messenger esperando uma alma generosa vir teclar com você, eis que surgi uma sim e logo daquela sua paixão não correspondida e vem em seguida te perguntando: Oi, tudo bem? E é lógico que você querendo ser um tanto simpático responde: Tudo ótimo e com você? Na verdade você não está nada ótima. Passou o domingo inteiro em casa, com resfriado, entediada, triste e carente desejando um dia melhorzinho. Vamos agora reverter à situação: Tudo bem? Resposta sua: Não, não estou nada bem. Na verdade não sei o porquê de você vir falar comigo, sei que você tá apenas tentando ser simpático querendo mostrar preocupação por mim. Não estou bem porque você não me ligou ontem, não estou bem porque estou sozinha hoje, não estou bem porque o domingo chove e ficar em casa nesse dia é deprimente. Não estou bem porque você não está aqui comigo, não estou bem porque você é galinha demais e não se importa se me magoa te ver com outra. Não estou bem simplesmente porque não estou com você, não estou bem porque não estou feliz assim.
É talvez ninguém queira ouvir realmente uma resposta sincera de um Tudo Bem. Não estamos preparados para escutar dos outros suas sinceridades, nos acostumamos com as pequenas mentiras. Mesmo que elas sejam para nos poupar aborrecimentos.
E você, prefere escutar a verdade de uma alma ou a mentira de um simples cumprimento?

Tudo bem com você? Tudo bem sim, tudo ótimo!


Renata Rodrigues
09/03/09