sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Inspiração

Inspiração. É tudo o que me falta para preencher essas linhas que a cada palavra parece nada dizer.
Pensamento. É o que preenche minha mente na falta de algo concreto para minhas mãos tocarem.
Dúvida. É o que eu tenho diante das escolhas que me surgem.
Sonho. É o que move minhas pernas na busca de alcançá-lo e que dá o tom da minha vida na cor que eu quero pintá-la.
Tristeza. Faz parte do meu ser e me ajuda a compreender o que acontece ao meu redor.
Alegria. Faz parte do meu ser e me ajuda a compreender o que eu quero.
Culpa. Carrego em mim.
Arrependimento. Das coisas feitas. Das coisas não feitas.
Erro. Me ajuda a crescer, a aprender. Impossível não fazê-lo. Mas é possível evitá-lo.
Anceio. Por dias melhores.
Desejo. De ter o que ainda não tenho.
Destino. São escolhas. Eu faço minhas escolhas. Eu desenho meu destino.
Coincidência. Nada é por acaso e nem precisa ter razão.
Tempo. Cura tudo. Mas, leva mais tempo do que eu pensava.
Vida. É ciclo, fase. Caminho de coisas boas, outras nem tanto.
Morte. Fim de jogo. Recomeço.
Saudade. De tudo que eu já vivi, que vivo, que viverei e que eu não vivi.
Falta. É tudo o que você me faz.
Amor. É o que eu tenho guardado pra te dar.

Renata. É essa menina boba. Que pensa que é menina, mas tem desejos de mulher. Que pensa que é mulher, mas tem sonhos de menina.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Felicidade x Medo


Quando sinto que alguma coisa boa estar por vim, automaticamente bate àquele medo de que logo após algo não tão bom coisa ruim também vem por aí. Sensação mais estranha. É um tanto contraditório e ao mesmo tempo coerente. Passamos muito tempo de nossas vidas esperando e buscando a chamada “felicidade”, mas quando nos deparamos com ela surge o medo.

Medo de quê afinal? Se é tão bom estar feliz, por que sentimos o receio? Será que estamos prontos para serem plenamente felizes? A verdade é que não (ou nunca) estaremos prontos para ela. Talvez nunca chegue. Talvez o que venha sejam apenas bons momentos. Vivemos numa busca constante pela tal “felicidade plena” embora na maioria das vezes nem saibamos o que queremos afinal...

Bens materiais? Um carro, uma moto, uma casa... Bens pessoais? Um casamento, um filho, um amor... Bens profissionais? Uma promoção, um emprego, um bom salário... Bens individuais? Inteligência, reconhecimento, prestígio, sucesso...

E por que quando sentimos que finalmente ela chegou, temos sempre a sensação de que ainda “falta alguma coisa”? Mas se a máxima da vida é ser Feliz, por que dificultamos tanto sua chegada? São perguntas que talvez nunca saberemos responder.



“Eu tenho é medo da Felicidade que chega subitamente. Porque quando ela vai embora é sinal que não era felicidade... Era apenas um devaneio.”

Renata Rodrigues

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A Pessoa Errada

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa, que se você for parar pra pensar, é na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho: chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas.Mas nem sempre precisamos das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor. A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar, que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega seja muito mais verdadeira. A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lagrimas, essa pessoa vai tirar seu sono, mas vai te dar em troca uma inesquecível noite de amor.

Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar toda a vida esperando você.A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa, nada aqui é certo. O certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo amando, sorrindo, chorando, pensando, agindo, querendo e conseguindo. Só assim, é possível chegar aquele momento do dia em que a gente diz: "Graças a Deus, deu tudo certo!", quando na verdade, tudo o que Ele quer, é que a gente encontre a pessoa errada, Para que as coisas comecem a realmente funcionar direito prá gente.

Nossa missão: Compreender o universo de cada ser humano, respeitar as diferenças, brindar as descobertas, buscar a evolução.


Luís Fernando Veríssimo

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O bom egoísmo....



Desde pequeno aprendemos que ser egoísta não nos leva a nada. Pesquisando não tão profundamente sobre o assunto, encontrei a definição que o egoísmo seria uma atitude de se colocar os próprios interesses, opiniões, desejos, necessidades em primeiro lugar. Não se importanto muito com o próximo. Tudo isso é verdade e não há porquê discordar. Quando crescemos não queremos ser taxados de egoístas e por esse motivo, posamos muitas vezes de boas pessoas.
Indo para o lado sentimental, somos altruístas (não falo por todos) até demais. A paixão nos eleva a um grau de bondade sem limites. Se você parar para pensar talvez irá concordar comigo. Quando amamos ou gostamos muito de alguém, nos doamos, nos tornamos mais maleáveis, dividimos os momentos, vemos o lado melhor das coisas. Tudo muito bom...
Porém, muitos cometem sacríficios em nome do “amor”, passando a viver em função do outro e depositando a felicidade apenas ao fato de estar ao lado daquela pessoa. Esquecendo-se completamente da própria vida. E é nessa situação que ser um tanto egoísta se encaixa como algo necessário. Não o egocentrismo e não muito o individualismo.
Mas quando coloco a palavra egoísmo, é no sentido de priorizar coisas suas e não somente as do próximo. Deixar de abrir mão de certos interesses do outro e pensar mais em si. Auto valorização. Não se sentir pisada por ninguém e dizer em vários momentos para si mesmo: Eu sou melhor que isso! Eu supero isso! Eu me amo primeiro!
Lógico que não significa que todo mundo deve sair por aí egoístas, egocêntricos, individualistas e idiotas. De maneira alguma! Não foi isso que eu quis dizer. Mas, ter seus interesses, desejos e necessidades em primeiro lugar em certos momentos é o melhor para nossa vida. Essa pitadinha do bom egoísmo não faz mal a ninguém.
P.S: Com dosagens moderadas!


Renata Rodrigues
19/05/09

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Quem nunca...

Quem nunca escreveu seu nome junto do de alguém numa folha de caderno? Quem nunca ficou fazendo planos deitado na cama antes de dormir? Quem nunca amou eternamente por 5 dias? Quem nunca deixou de falar a verdade com medo da "resposta?" Quem nunca ouviu uma resposta indiscreta e gostou? Quem nunca leu e releu um histórico de MSN ou do orkut com depoimentos? Quem nunca viu uma foto e pensou como seria se você tivesse lá? Quem nunca se arrependeu de ter agido de algum modo? Quem nunca fingiu ou foi sem querer outro tipo de pessoa? Quem nunca precisou ouvir um elogio pra se sentir bem? Quem nunca falou alguma coisa e se arrependeu depois? Quem nunca teve um sonho perfeito e ficou muito triste de ter acordado?
Quem nunca se sentiu confuso por não saber o que "uma pessoa pensa?"
Quem nunca ouviu uma música e lembrou-se de alguém?
Quem nunca quis ser vidente e descobrir o que o outro "está pensando?"
Quem nunca olhou pra um céu lindo cheio de estrelas e quis está num lugar com alguém especial?


Autor anônimo (Amei esse texto e me identifiquei muito com ele, acho que muitos de nós!)

quarta-feira, 18 de março de 2009

Mulheres Celtas



As mulheres de origem Celta eram criadas tão livremente como os homens. A elas era dado o direito de escolher seus parceiros e nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não queriam. Eram ensinadas a trabalhar para que pudessem garantir seu sustento, bem como eram excelentes amantes, donas de casas e mães.
A primeira lição era:
“Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem, um para o outro, o que a Deusa Mãe ensinou:
Amor, companheirismo e amizade”

Jamais permita que algum homem a escravize: você nasceu livre para amar, e não para ser escrava.
Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer?
Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca lhe fará sorrir!
Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado. Saiba que o corpo é a moradia do espírito. Por quê mantê-lo aprisionado?
Jamais se permita ficar horas esperando por alguém que nunca virá, mesmo tendo prometido!
Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe!
Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você!
Jamais permita ouvir gritos em seus ouvidos. O Amor é o único que pode falar mais alto!
Jamais permita que paixões desenfreadas a levem de um mundo real para outro que nunca existiu!
Jamais permita que outros sonhos se misturem aos seus, tornando-os um grande pesadelo!
Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente!
Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai!
Jamais se permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida!
Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la!
Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você!

Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos, a dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de você!
E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade de ser...
MULHER!
Siga os ensinamentos dos celtas e tenha uma vida mais digna!

(Autor desconhecido)

segunda-feira, 9 de março de 2009

O indubitável Tudo bem...


É interessante e ao mesmo tempo duvidosa a forma de como respondemos os “Tudo Bem?” alheios. Pra você entender melhor, me deixa explicar: Quase sempre ou quase nunca falamos respostas sinceras quando alguém querido ou até um pouco chegado nos pergunta o clássico Tudo Bem. Tá certo que é uma forma mais fácil de iniciar uma conversa sem precisar tantas enrolações, mas já pensou se todo mundo resolvesse ser super sincero nesse momento e realmente respondesse se vai Tudo Bem?
Naquele domingo chuvoso, por exemplo, você conectado ao Messenger esperando uma alma generosa vir teclar com você, eis que surgi uma sim e logo daquela sua paixão não correspondida e vem em seguida te perguntando: Oi, tudo bem? E é lógico que você querendo ser um tanto simpático responde: Tudo ótimo e com você? Na verdade você não está nada ótima. Passou o domingo inteiro em casa, com resfriado, entediada, triste e carente desejando um dia melhorzinho. Vamos agora reverter à situação: Tudo bem? Resposta sua: Não, não estou nada bem. Na verdade não sei o porquê de você vir falar comigo, sei que você tá apenas tentando ser simpático querendo mostrar preocupação por mim. Não estou bem porque você não me ligou ontem, não estou bem porque estou sozinha hoje, não estou bem porque o domingo chove e ficar em casa nesse dia é deprimente. Não estou bem porque você não está aqui comigo, não estou bem porque você é galinha demais e não se importa se me magoa te ver com outra. Não estou bem simplesmente porque não estou com você, não estou bem porque não estou feliz assim.
É talvez ninguém queira ouvir realmente uma resposta sincera de um Tudo Bem. Não estamos preparados para escutar dos outros suas sinceridades, nos acostumamos com as pequenas mentiras. Mesmo que elas sejam para nos poupar aborrecimentos.
E você, prefere escutar a verdade de uma alma ou a mentira de um simples cumprimento?

Tudo bem com você? Tudo bem sim, tudo ótimo!


Renata Rodrigues
09/03/09

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

É e não Há...

Você é à exceção da minha regra. Você é o excesso do meu exagero. Quanto mais quero tua distância, mais eu quero você por perto.
Você é o escuro na minha noite. É a depressão da minha tristeza. Você é a lagrima do meu olhar. É o meu grito no eco.
Você é o pensamento que insiste em não sair. É a última dose do meu porre. Você é o amargo do café. É quem vicia todos os meus vícios.
Você é a vontade de morrer e viver ao mesmo tempo. É o adeus na despedida. É a nota da minha canção. O ritmo da minha música.
Você é o antes do meu depois. É o tato da minha pele. Você não me entende e eu não entendo você. Você é as linhas da minha carta.
Você é a dor do meu amor. É o viver do meu existir.

E não há regras sem exceções. Não há exagero sem excessos. Nem noite sem escuridão. Nem tristeza sem depressão.
Não há eco sem grito. Nem porre sem a última dose. Nem café sem amargo.
Não há viciado sem vícios. Nem há morte sem vida e nem vida sem morte. Nem adeus na despedida.
Não há canção sem nota. Nem música sem ritmo. Não há depois sem ter tido um antes. Não há pele sem tato. Nem entender sem entendimento. Não há carta sem linhas.
Não há amor sem dor. E não há vida sem sua existência...



Renata Rodrigues
15/02/2009
20:12h